terça-feira, 15 de outubro de 2013

EPOPÉIA ESPECIAL - CHAMADA GERAl


Olá amigos, hoje temos uma postagem muito especial, o scan da edição Especial de Epopéia em comemoração aos 25 anos da saudosa Editora EBAL que foi comemorada em 1970.
E digo que esta postagem é muito especial principalmente para mim, porque apesar de ser um assíduo leitor das revistas da EBAL, não consegui adquirir um exemplar desta belíssima revista, ilustrada pelo grande mestre dos quadrinhos Eugênio Colonnese. E só consegui conhecer este trabalho em 2010 (40 anos depois) graças ao trabalho realizado por Lenimar Andrade que scaneoou a revista e disponibilizou na grande rede.
Foi grande a emoção ao ver a história criada por Pedro Anísio, onde os heróis em quadrinhos, dos contos de fadas e da história foram convocados para viajar no tempo e espaço e visitar o Reino Encantado das Histórias em Quadrinhos, ou seja conhecer as instalações da famosa e querida editora EBAL.
Nessa edição de luxo, muito caprichada, Colonnese nos brinda com uma belíssima capa e passeia por todos os gêneros dos quadrinhos: cômicos, infantis, super heróis e histórico, demonstrando todo o seu talento.
Esta é uma edição que você não pode deixar de conhecer!
Para isso é só clicar na hiperligação, fazer o download e encher os olhos com "esta beleza".


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

REVISTA MUNDO HQB # 17


Olá galera nesta Segunda Feira postamos a edição de # 17 da revista virtual Mundo HQB com muitas HQs. brasileiras de grandes artistas.
Esta edição trás como primeira atração a história: “O Filho que queria se mãe” com roteiros de cintiaCristina e arte de Kipper.
A seguir temos outro famoso personagem do grande mestre dos quadrinhos Eugenio Colonnese, numa história com roteiros de Osvaldo Talo e a arte fantástica e exuberante de Eugênio Colonnese.
Esta edição trás também a quarta parte do excelente artigo de Mario Feijó: Quadrinhos em Ação – Um século de história.
E mais a aventura: “O Faquista no reino dos homens cobra”, com roteiro e arte de Gilberto Borba.
Outro trabalho apresentado é a aventura em cores: “Candidata ao Afogamento”.
E a edição é finalizada com a história: “O degolador” com argumento e arte de Rei.
Para fazer o download é só clicar na hiperligação e boa leitura.

NOVO LINK

sábado, 12 de outubro de 2013

REVISTA MUNDO HQB # 16


Olá pessoal apresentamos a edição de # 16 da revista virtual Mundo HQB com muitas HQs. brasileiras de grandes artistas.
Iniciamos com a origem de uma das principais personagens das Historias em Quadrinhos brasileiras, criada e desenhada pelo grande mestre Eugênio Colonnese: MIRZA A MULHER VAMPIRO.
Temos também a segunda parte do grande artigo de Mario Feijó: “Quadrinhos em Ação” – Um século de história.
A ficha dos heróis brasileiros trás uma criação de Francinildo Sena (o editor desta revista) com a parte ilustrativa de Marcelo Salaza, e a seguir temos uma aventura de: Cara de Gato.
E para fechar uma aventura da personagem que trás o roteiro e desenhos de Reno com arte final de Ney Rodrigues: Cripta. Aquela que tudo vê.
Para fazer o download é só clicar na hiperligação e boa leitura.

A METAMORFOSE DAS BANCAS


Olá meus amigos hoje temos um artigo que irá tratar de um assunto que é a razão do nome do nosso blog: As Bancas de Jornal e Revistas.
Estes pequenos estabelecimentos que funcionam em quiosques que aqui no Brasil levam o nome de “banca”, tem sofrido uma grande transformação principalmente para conseguir sobreviver aos novos tempos.
Inicialmente as bancas eram por excelência um estabelecimento especializado na venda de jornais e todo o tipo de revistas: semanários, femininas, moda, românticas, fotonovelas, gibis (histórias em quadrinhos), àlbuns de figurinhas e os famosos “catecismos”, principalmente do Carlos Zéfiro; que eram vendidos clandestinamente e que deliciava os adolescentes.

As bancas comercializavam apenas jornal e revista.

Além disso, só era comercializado nas bancas as famosas fichas para telefone publico.

Fichas telefônicas vendidas em cartelas nas bancas.

Ficha telefônica local.

Além dos jornais as bancas contavam com enormes tiragens das revistas em geral: os suplementos de quadrinhos que saiam duas vezes por semana; apresentando aventuras seriadas do heróis das histórias em quadrinhos e mais tarde as revistas em quadrinhos de periodicidade mensal, que na sua época áurea tinham tiragens mensais imensas (entre 30.000 a 150.000 exemplares de cada revista por mês); com mais de 70 títulos diferentes; e por isso eram as grandes estrelas das Bancas.

O famoso suplemento Juvenil.

O surgimento das revistas mensais.

Isso tudo acontecia numa época em que havia poucas formas de divertimento para as crianças e os adolescentes, que tinham as revistas e as seções semanais de cinema nas pequenas cidades, onde assistiam os seriados “B” de baixo custo que tanto prendiam a atenção da garotada e divertiam; e os longa metragem de filmes de Cowboy e Tarzan.

Antigo seriado de Flash Gordon, das matinnés de domingo.

Longa metragem de Tarzan das tardes de domingo.

Mas, nas décadas de 40 e 50, o mundo começou a sofrer grandes transformações irreversíveis que viriam a mudar a face do mundo, a começar pela televisão, que viria a mudar radicalmente os costumes fazendo desaparecer deliciosos hábitos como “curtir” as famosas “matinnés” nas tardes de domingo onde se assistia os seriados e os longas e se aproveitava para se fazer as trocas dos gibis entre a garotada.
Nesta época imperavam no mercado editorial dos gibis, as grandes editoras cariocas: EBAL (Editora Brasil América Ltda.) de Adolpho Aizen, a RGE (Rio Gráfica e Editora) de Roberto Marinho, e na década de 50 surgiu a Editora paulista: ABRIL de Victor Civita; fora as muitas editoras pequenas de São Paulo que surgiam e desapareciam.

Revistas da Editora EBAL.

Revistas da Editora RGE.

Revistas da Editora ABRIL.

Neste período, as histórias em quadrinhos realmente mereciam o título de “cultura pop”, pois as publicações eram produzidas em papel de baixa qualidade (papel jornal), tinha um custo baixo, o que favorecia para que todos pudessem adquirir.
As bancas de jornal eram uma das poucas fontes de cultura e divertimento da juventude, que apesar do país levar o título de: “país semianalfabeto”, as pessoas no geral liam muito mais do que hoje.
Mas, principalmente na década de 50 surgiu um elemento transformador de costumes que deu um belo golpe numa forma de divertimento muito popular na época: o “cinema”. Não que a televisão tinha acabado com essa forma de entretenimento, mas acabou extinguindo o seguimento dos antigos seriados “B” e os antigos filmes de Cowboy que era um dos grandes divertimentos daquela geração.

O surgimento da televisão revolucionou os costumes.

No que diz respeito aos gibis, começou a haver um “encolhimento” do mercado, que culminou com o mercado agonizando entre as décadas de 70 e 80, fazendo com que os gibis perdessem seu status de entretenimento popular.
Tivemos em seguida o ressurgimento das publicações da Marvel e DC Comics não mais pela EBAL, mas pela Editora ABRIL, e começou um movimento de elitização desta cultura de massas, com o surgimento de novas gerações de leitores conhecidos como “Marvetes” e “DCnautas” da classe média com melhor poder aquisitivo que podiam enfrentar um período de inflação cruel, que impedia dos quadrinhos continuarem com seu status de cultura pop.

O ressurgimento da DC Comics agora pela Editora ABRIL.

Daí por diante as coisas foram ficando cada vez piores, da Editora ABRIL muitas publicações passaram para a gigante internacional Editora PANINI, que acabou inviabilizando a leitura dos quadrinhos com suas edições de ínfimas tiragens em papel de luxo e seus encadernados com preços estratosféricos, inviabilizando cada vez mais o consumo desta forma de arte pop; que inclusive começaram a ser comercializadas nas Comic Shops (as lojas especializadas em vender quadrinhos).

As caras edições luxuosas da Panini Comics...

... e seus Encadernados de capa dura de preços exorbitantes.

E como ficou a situação das bancas com essas mudanças? Porque além desta elitização dos quadrinhos, outros fatores vieram a dificultar a situação destes simpáticos estabelecimentos comerciais, como o surgimento da Internet, que disponibiliza aos seus usuários as edições virtuais de grandes jornais e revistas, reduzindo ainda mais as vendas; apesar destas edições virtuais terem se transformado numa “faca de dois gumes”; que tem levado ao fechamento não só no Brasil, mas no mundo todo dos grandes jornais.
Essas bancas precisaram forçosamente comercializar outras mercadorias além dos jornais e revistas, tiveram que sofrer uma grande “metamorfose” para poderem sobreviver, oferecendo diversificados produtos para a sua clientela. Por isso encontramos hoje nas bancas todo o tipo de mercadorias e os jornais e revistas acabaram virando mercadorias secundárias.

As bancas necessitaram forçosamente que diversificar seus produtos para sobreviver.

Hoje encontramos nas bancas: refrigerantes e cervejas (gelados), sorvete, doces, balas. Chicletes, cigarros, chips e carga para celular, isqueiros, brinquedos, DVDs de filmes; e uma infinidade de outros produtos. Além da concorrência dos Comic Shops, elas ainda enfrentam as vendas por consignação em outros tipos de estabelecimento como Supermercados, Padarias e Lojas, que também comercializam jornais e revistas.

Hoje outros pontos de venda competem com as bancas na venda de revistas.

Está acontecendo atualmente um questionamento se esta comercialização diversificada das bancas é válida ou não, muitos pensam que elas deveriam apenas comercializar jornais e revistas; como ocorre em outros países do mundo.

Em outros países a venda de jornais e revistas continuam tradicionalmente sendo vendidos em bancas.

Mas estes comerciantes (jornaleiros) precisam sobreviver e para isso qualquer iniciativa honesta é válida. A realidade é que a crise está aí, o brasileiro que nunca foi muito de ler ,cada vez lê menos nas formas convencionais (revistas e livros), e espero que estes simpáticos estabelecimentos que fazem parte da história e da infância de cada um possa continuar existindo.

Que os jornaleiros possam continuar realizando seu trabalho e "Salve as bancas que vendem seus jornais, e gibis"!


















sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O JUDOKA # 24


Olá amigos aficionados dos quadrinhos brasileiros, trazemos nesta Quinta Feira mais uma grande aventura da grande criação dos quadrinhos  nacionais, que foi publicada pela saudosa Editora EBAL: O Judoka!
Hoje temos mais um scan de uma edição que foi ilustrada por este artista, que fez história, sem ser um profissional da Arte Sequencial, estou falando de Floriano Hermeto de Almeida Filho (FHAF).
Desde garoto Floriano gostava muito de ler histórias em quadrinhos. E foi um dia já adulto, que resolveu desenhar uma HQ. como achou boa a ideia de um herói brasileiro, decidiu ilustrar uma história do Judoka.
Ele porém, era engenheiro civil, e todo o seu dia era muito ocupado - de modo que ele só podia desenhar à noite.
Esta história foi publicada como o # 24 da revista O Judoka.
O estilo de Floriano tem uma grande influencia de Guido Crepax como vocês poderão observar.
Então, o que você está esperando para poder conhecer mais esta maravilhosa obra deste artista, que contribuiu para os Quadrinhos Brasileiros? Clique no link e seja o primeiro a deixar seu comentário, e boa leitura.
Clique na hiperligação para curtir esta incrível aventura.

NOVO LINK

REVISTA MUNDO HQB # 15


Olá galera hoje trazemos mais um scan das edições virtuais da revista Mundo HQB.
E esta esdição de # 15 esta recheada com muitas HQs. brasileiras de grandes artistas.
Iniciamos com Juna uma criação de Michelle Domit e desenhos de Watson Portela; e a capa é de Mozart Couto.
"A verdadeira história do Bicho Papão", com roteiro de Cintia Cristina e arte de Vicente Mendonça.
Mario Feijó inicia seu artigo "Quadrinhos em Ação", Um século de História.
"O Método Infalível", uma história com roteiro de Ota, e desenhos de Flavio Colin.
"O anti Cristo Super Star" história de Dagomir Marquesi e arte de Rogério Nunes e Estella Maris, narrando a história de Charles Manson.
"O Sétimo Filho Homem" roteiro e desenhos de Jayme Cortez.
E aí você vai perder tudo isso? é claro que não, é só clicar na hiperligação e fazer o Download.





quinta-feira, 10 de outubro de 2013

DIVULGAÇÃO

GOLDEN AGE - A ERA DE OURO DOS QUADRINHOS
Um projeto de Quadrinhos por MarceloeAlice Felldmann




Olá pessoal hoje temos uma postagem diferente que tem por objetivo divulgar o projeto do Marcelo Pirani Ghilardi.
Trata-se de uma reedição de histórias da era de ouro dos quadrinhos, que estão sob domínio público. O objetivo deste projeto é publicar uma edição histórica de 240 páginas em papel de boa qualidade com capa dura, para que leitores brasileiros possam conhecer vários personagens da Era de Ouro do Quadrinhos publicados nas década de 30, 40 e 50.
Para conhecer os detalhes do projeto é só acessar a hiperligação:


Desejo que o projeto do Marcelo obtenha êxito!