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quinta-feira, 28 de maio de 2020

FANTASTIC # 2


Gênero; Aventura / Formato: CBR / Idioma: Português (BR) / Crédito: Carlos Eduardo / Número de páginas: 29 / Tamanho: 4,67 MB / Download: Zippyshare.




sexta-feira, 24 de abril de 2020

FANTASTIC # 3 [REUP]


Gênero; Aventura / Formato: CBR / Idioma: Português (BR) / Crédito: Pedro Domeica / Número de páginas: 35 / Tamanho: 71,5 MB / Download: Zippyshare.


terça-feira, 19 de abril de 2016

FANTASTIC # 2


Clique na capa para download gratuito.

Olá meus amigos, estamos repostando este scan desta rara edição da década de 60, publicada pela editora Taika de São Paulo.
Aproveitando o rastro do cometa do sucesso dos Super Heróis da Marvel Comics que estreiam no Brasil em 1968 pela editora carioca EBAL; várias pequenas editoras encomendaram e lançaram os seus super heróis, Fantastic foi um deles.
O roteiro é de Luiz Meri, e o desenho é do argentino radicado no Brasil: Osvaldo Talo.


quarta-feira, 18 de março de 2015

COMBATE # 28



Olá pessoal, sejam bem vindos ao nosso blog, que trás para todos vocês o melhor dos quadrinhos brazucas.
Hoje temos mais uma raridade publicada pela pequena editora paulista, a Taika, que trazia os trabalhos do Studio D'Dart, comandado por Rodolfo Zalla e Eugênio Collonese, sob o selo "Seleções de Aventuras".
Como vocês já puderam observar a belíssima capa é do grande Eugênio Colonnese, e os desenhos da aventura é de Osvaldo Talo.
Agradecemos a grande dupla: Helio e Carlos Miranda que nos cedeu este material incrível, obrigado amigos.


sábado, 17 de janeiro de 2015

CLÁSSICOS DO TERROR # 5



Olá pessoal, prá você que curte um bom gibi brazuca, trazemos mais um scan de uma revista de um dos gêneros que mais agradam o nosso publico: Terror!
Desta vez uma rara edição da década de 60 do século passado, publicado pela editora Taika, que traz grandes nomes do senario Brazuka: Rubens Francisco Lucchetti, EugênioColonnese e Osvaldo Talo.



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

HISTÓRIAS DE COMBATE # 15



Olá pessoal aqui estamos na primeira Sexta Feira de 2015, para lhes trazer mais uma raridade que você só encontra no BGB (Banca dos Gibis Brazucas).
A década de 60  trouxe muitos títulos de um gênero muito apreciado pela galera que curtia um bom gibi: o gênero Guerra, embalado por um famoso seriado televisivo chamado "Combate".
A saudosa editora paulista chamada Taika, criou este título: "Histórias de Combate", e publicava os trabalhos do "Studios D'Art", onde trabalhavam grandes nomes dos quadrinhos como: Eugênio Colonnese, Rodolfo Zalla, Osvalvo Talo e outros.
Agradecemos pela colaboração dos amigos Helio e Carlos Miranda que disponibilizaram este material.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

MIRZA, A VAMPIRA


Olá amigos do “Banca dos Gibis Brazucas”, neste sábado nosso blog brinda nossos seguidores, com um scan especial, da maior personagem dos quadrinhos brasileiros, e quando ela aparece no blog, o número de visitas estouram, numa projeção exponencial; pois ela é uma das personagens preferidas dos nossos internautas.
Ela vem num álbum maravilhoso, da Coleção Opera Brasil; com duas novas histórias da principal “bad girl” dos quadrinhos brasileiros. Precursora do gênero, em nível mundial, já que estreou nos quadrinhos em 1967 – dois anos antes de Vampirella – Mirza, a sensual vampira criada por Eugenio Colonnese é, antes de tudo, uma mulher cheia de recursos... que não elimina seus adversários apenas com suas presas... mas também com sua beleza fatal!
O traço do mestre Colonnese está mais vigoroso do que nunca neste álbum e acompanhado pelos roteiros de Franco de Rosa e Osvaldo Talo – dois roteiristas de quadrinhos de mão cheia – proporciona aqui, uma edição arrojada e moderna.
Prova disso é que, pela primeira vez Mirza encontra o Morto do Pântano – outra importante e sensacional criação do autor – num legitimo “crossover”!
Além disso, cria paralelos com a crescente onda de violência a políticos, aqui no Brasil.
O grande mestre Colonnese faz uma homenagem ao polemico apresentador de televisão da rede Bandeirantes, José Luiz Datena, que participa da primeira história.
Uma edição digna de seus 46 anos de vida... ainda jovem, bela e... simplesmente sedutora!

Credito: blog HQ Point

Então meus amigos cliquem na hiperligação, para baixarem este álbum fabuloso e curtirem estes dois personagens incríveis do grande mestre: EUGENIO COLONNESE!


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ALMANAQUE DO VIGILANTE RODOVIÁRIO


Olá amigos seguidores do blog "Banca dos Gibis Brazucas", bem vindos a este nosso espaço onde trazemos o melhor dos quadrinhos brasileiros e seus grandes artistas.
E hoje postamos com exclusividade pela primeira vez na grande rede a edição do "Almanaque do Vigilante Rodoviário". 
           
Em 1962 estreava na Rede Tupi de Televisão o seriado: O Vigilante Rodoviário, estrelado por Carlos Miranda, narrando as aventuras de um notável policial rodoviário buscando manter a lei e a ordem, sempre contando com a ajuda de seu inteligente cão chamado Lobo (um pastor alemão). O seriado alcançou tremendo sucesso de público, que chegou até mesmo a elevar a auto-estima e a respeitabilidade dos policiais rodoviários de verdade – uma estima que persiste até os dias de hoje (eu pelo menos, sempre que precisei da ajuda desses policiais sempre fui prontamente atendido, com toda consideração). E a simbiose do ator principal Carlos Miranda com o personagem foi uma daquelas marcantes numa relação deste tipo: usou seu próprio nome para interpretar o personagem e, após o término do seriado, prestou concurso na Polícia Rodoviária, passou e se tornou um Vigilante Rodoviário de verdade! Decisão corretíssima! Abandonou a carreira de ator e foi fazer coisa muito mais importante! 
                Tamanho sucesso naquela época significava ser publicado em gibi, pois na ocasião as HQs eram um extensivo veículo de comunicação, com centenas de títulos sendo lançados & vendidos mensalmente nas bancas de todo o país, ao contrário dos dias de hoje quando as Histórias-em-Quadrinhos viraram alvo de grupinhos elitistas pedantes. E no mesmo ano de 1962 em que o seriado começou a ser transmitido, O Vigilante Rodoviário foi parar no gibi, que infelizmente teve pouca duração (perto de uma dezena de números e um almanaque). Curioso é descobrir, lendo este raríssimo Almanaque de O Vigilante Rodoviário lançado pela Editora Outubro, algumas excelentes HQs do personagem em robustas 96 páginas. Começa com O Falso Vigilante!, a mais longa do gibi, 32 páginas escritas por Gedeone Malagola e desenhadas por Osvaldo Talo, argentino radicado no Brasil (e conhecido pelos fãs dos super-heróis, pelo personagem Fantastic). Um ex-policial rodoviário usa da farda que não soube respeitar para acobertar crimes de seus comparsas. Claro que isso causa indignação geral na corporação, e Carlos Miranda não vai deixar por menos, perseguindo a quadrilha com muita coragem e astúcia – e com a mira calibradíssima, capaz de arrancar com um tiro o revólver do inimigo, tal como o melhor dos personagens do western. Talo ilustra mais duas HQs neste almanaque: em “O Caso Da Rua Espírita, 970”, Carlos até mesmo se disfarça de vendedor de melancias para desbaratar uma quadrilha de ladrões de jóias (não pensem que isso é totalmente ficção: soube por um amigo, que um colega de trabalho, também policial, disfarçou-se de lixeiro e prendeu três sequestradores, salvando a vítima); e em “O Sequestro” o Vigilante Rodoviário parte em busca de um garoto, filho de um engenheiro amigo seu, que havia sido sequestrado por meliantes. 
    Outro grande artista dos Quadrinhos Brasileiros passou pelas páginas de O Vigilante Rodoviário, de forma marcante, num estilo que por vezes lembra o célebre Frank Robbins autor do Johnny Hazzard: Flávio Colin, que tem duas HQs publicadas no referido almanaque: “A História De Lobo!” conta como Lobo veio a ser criado por Miranda, e sua consagração ao salvar uma criança de um atropelamento (eu me lembro de ter visto este episódio na TV! Pode-se dizer que a HQ foi fielmente adaptada!); Colin também assina “Ladrões De Automóveis”, onde Carlos conta com a ajuda de um pobre garoto negro e engraxate  para prender outra quadrilha de assaltantes. 
   Além de apreciar & desfrutar prazerosamente das histórias contidas nesta edição, uma leitura como esta nos provoca reflexões sobre as mudanças de hábitos e costumes ao longo dos anos. Um jovem leitor de hoje provavelmente estranharia as sossegadas baforadas que o herói solta tranquilamente de seu cigarro. O Vigilante Rodoviário era um fumante (ao menos nesta HQ) e esse péssimo hábito não o impediu de se tornar um herói da gurizada. E isso talvez não seja problema mesmo. Naquela época, talvez não se fumasse tanto quanto hoje, e talvez os cigarros não fossem tão nocivos na sua fabricação, como o são hoje em dia. As pessoas ainda não haviam se dado conta dos terríveis males da ingestão maciça de nicotina. Não importa se o herói fuma ou não. O que conta é o caráter, e isso o Vigilante tinha de sobra, sempre defendendo a gente boa contra bandidagem, sempre preocupado com a manutenção da ordem, interessado em ajudar as pessoas, procurando passar às crianças noções de civilidade. Sinal dos tempos, quando muito dos “heróis” dos quadrinhos de hoje não fumam mas são paranoicos, depravados, amorais, assassinos. Fica a lembrança de tempos menos violentos, quando havia muito menos automóveis e se morria menos nas estradas... tempos do Vigilante Rodoviário.
Para conhecer e curtir esta raridade da década de 60, publicada pela Editora Outubro, especializada em histórias escritas e desenhadas no Brasil, é só clicar na hiperligação e bom divertimento.



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

VIGILANTE RODOVIÁRIO # 10


Olá pessoal, o "Blog Banca dos Gibis Brazucas", apresenta mais uma raridade, as aventuras do Vigilante Rodoviário; que fizeram um sucesso muito grande em todo o Brasil no inicio da década de 60, tanto na TV como nos Quadrinhos.
Esta foi infelizmente a ultima edição desta incrível revista.
Os desenhos desta aventura onde o inspetor Carlos se vê às voltas com uma loura infernal e uma preciosa esmeralda, são do excelente artista argentino radicado no Brasil: Osvaldo Talo.

O crédito desta edição é do amigo Alvarez, a quem deixo o meu agradecimento.

Então? O que você está esperando para baixar o scan? é só você clicar na hiperligação e boa leitura.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

VIGILANTE RODOVIÁRIO # 9


Olá galera, Ele esta de volta ao "Blog Banca dos Gbis Brazucas", para apresentar suas aventuras que fizeram um sucesso muito grande em todo o Brasil tanto na TV como nos Quadrinhos: O Vigilante Rodoviário.
Sinópse:
Nesta aventura o Inspetor Carlos da Policia Rodoviário Estadual, atende uma ocorrência comum, um acidente na estrada onde uma mulher tinha morrido.
Mas os olhos atentos do Inspetor Carlos descobrem evidencias de sabotagem no carro, e agora ele precisar provar sua teoria para prender o misterioso assassino da mulher.

O roteiro desta emocionante aventura é de Helena Fonseca e os desenhos do excelente artista argentino Osvaldo Talo.
Então? O que você está esperando para baixar o scan? é só você clicar na hiperligação e boa leitura.




sábado, 20 de julho de 2013

VIGILANTE RODOVIÁRIO # 6


Olá amigos que curtem as histórias em quadrinhos brasileiros, para deleite de todos trazemos mais uma raridade, lá do inicio da década de 60 do século passado.
O Vigilante Rodoviário percorria as estradas pilotando uma motocicleta Harley-Davidson, ou um luxuoso Simca Charbord sempre acompanhado de seu fiel cão policial de nome “Lobo”.  O ator que interpretava o inspetor Carlos Miranda ao final da série televisiva, prestou concurso na Policia Rodoviária e seguiu a carreira de policial rodoviário, a se aposentou com a patente de Tenente-Coronel; num fato extraordinário e  inédito onde a vida imitou a ficção. Ao todo foram filmados 38 episódios.
O personagem fez tanto sucesso que no mesmo ano que começou o seriado a Editora Outubro lançou a revista do Vigilante Rodoviário. Os roteiros eram do competente desenhista e roteirista Gedeone Malagola com ilustrações do mestre Flavio Colin.
Depois de Flavio Colin, o personagem foi desenhado por Osvaldo Talo, e no traço deste ultimo artista as histórias resgataram o clima da época, ambiente, vestuário, veículos, etc. Os roteiros seguiam o clima do seriado – simples e despretensiosos, levando em conta que eram dirigidos ao publico infantil.
Então não espere nem mais um segundo e clique na hiperligação para conhecer mais uma edição deste grande personagem da literatura sequencial brasileira, depois disso é só deixar o seu comentário em primeira mão.


sexta-feira, 12 de abril de 2013

O VIGILANTE RODOVIÁRIO # 1


O “Banca dos Gibis Brazucas” abriu o seu “baú” e trás mais uma raridade tirada lá do fundo.
O Vigilante Rodoviário foi uma criação do cineasta Ary Fernandes e foi  exibido na extinta TV Tupi, a primeira emissora de televisão da América Latina, façanha realizada pelo jornalista Assis Chateaubriand.
É interessante que o nome do seriado tinha sido planejado para ser “Patrulha Rodoviária”, mas já existia na época um seriado norte americano com este nome: Patrulha Rodoviária (Highway Patrol), que mostrava as aventuras do policial Dan Mattews, um chefe da policia estadual em um estado no interior nos Estados Unidos, que era vivido pelo ator Broderick Crawford.

Cartaz do seriado Highway Patrol (Patrulha Rodoviária) estrelado por Broderick Crawford.

O “nosso” herói, o Vigilante Rodoviário percorria as estradas pilotando uma motocicleta Harley-Davidson, ou um luxuoso Simca Charbord sempre acompanhado de seu fiel cão policial de nome “Lobo”.  O ator que interpretava o inspetor Carlos Miranda ao final da série televisiva, prestou concurso na Policia Rodoviária e seguiu a carreira de policial rodoviário, a se aposentou com a patente de Tenente-Coronel; num fato extraordinário e  inédito onde a vida imitou a ficção. Ao todo foram filmados 38 episódios.
O personagem fez tanto sucesso que no mesmo ano que começou o seriado a Editora Outubro lançou a revista do Vigilante Rodoviário. Os roteiros eram do competente desenhista e roteirista Gedeone Malagola com ilustrações do mestre Flavio Colin.
Depois de FlavioColin, o personagem foi desenhado por Osvaldo Talo, e no traço deste ultimo artista as histórias resgataram o clima da época, ambiente, vestuário, veículos, etc. Os roteiros seguiam o clima do seriado – simples e despretensiosos, levando em conta que eram dirigidos ao publico infantil.
Então chega de papo, e clique na hiperligação, para que você possa conhecer esta raridade que fez tanto sucesso no inicio da década de 60, e cuja série televisiva já foi reprisada por duas vezes na televisão brasileira, e que hoje já está disponível e DVD, para os saudosistas mataram as saudades deste belo tempo que não volta mais.










domingo, 10 de março de 2013

FANTASTIC # 2


Olá amigos, muito brigado por acessar nosso blog e pelo apoio de todos aqueles que admiram os quadrinhos brasileiros, e reconhecem a luta dos nossos artistas para serem reconhecidos em nossa terra.
O grande movimento iniciado nos E.U.A. pelo grande mestre Stan Lee na Editora Marvel Comics, que trouxe os Super Heróis Marvel, fez com que surgissem muitos Super Heróis em muitos países, através dos editores que aproveitaram para embarcar neste grande sucesso mundial.
Em 1966 a Editora Taika lançou um novo herói, com nome excêntrico e um uniforme azul e cheio de “rebites” pretos. Seu nome era “Fantastic”, criação de Luis Meri e Osvaldo Talo. Fantastic surgiu no almanaque de Targo nas ultimas 29 páginas. O personagem agradou logo de cara aos leitores da época. O nome era uma influência da mídia dos comics estrangeiros.
Fantastic não tinha nenhum poder especial, lutador ágil, inteligente e de reflexos aguçados. Sua única arma era um cinturão atômico que pulverizava os inimigos e criava um campo de força que o tornava invulnerável. Volta e meia fazia uso de uma pistola automática e tinha um cinto cheio de recursos.
Osvaldo Talo, quadrinista e ilustrador é um argentino da cidade de Rosário, que iniciou sua carreira como ajudante de Enrique Rapela e depois trabalhou com Eugenio Colonnese, sempre em Buenos Aires. Depois de certo tempo passou a colaborar com a Editorial Bruguera e criou uma tira diária para o Jornal Democracia.
Em 1963 mudou-se para o Brasil, alternando suas atividades entre a propaganda e a ilustração. Não resistiu ao apelo dos quadrinhos. Ilustrou: "O Vigilante Rodoviário” (iniciado por Flavio Colin), histórias de guerra e far West.
Em 1970, na Editora Saber, foi responsável por uma série memorável de reedições de histórias clássicas (Brucutu, Brick Bradford, Ferdinando, Popeye, Fantasma, Mnadrake e muitos outros)
Em 1973, dedicou-se à produção editorial de livros didáticos, só voltando aos quadrinhos a partir de 1980, com Rodolfo Zalla que editou as revistas Johnny Pecos, Calafrio e Mestres do Terror. Mais como roteirista do que desenhista Talo se fez presente nessas publicações. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se roteiros para o álbum Mirza, a mulher-vampiro e A Vida de Jesus Cristo, ambos com desenhos de Eugenio Colonnese.
Então é só você clicar no link, para conhecer mais esta criação que fez sucesso na década de Sessenta.