quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O JUDOKA # 22



Olá pessoal que aprecia um bom gibi brasileiro, vocês vieram ao lugar certo, o "Banca dos Gibis Brazucas", tem exatamente aquela revista do seu tempo de infância para você curtir e acabar com esta nostalgia.
Neste meio de semana trazemos mais uma aventura do grande herói brasileiro das Artes Marciais: O JUDOKA; de um tempo em que a editora EBAL, publicava este personagem, que combatia o crime, de uma forma politicamente correta, sem excesso de violência, sem apelação, com aventuras que qualquer adolescente lia e se divertia de forma saudável.
Nesta aventura emocionante Carlos acaba descobrindo que Lucia sua futura noiva, desvendou o mistério de sua identidade e se preparou para se tornar sua companheira de lutas; e o Shiran Minamoto utiliza de pura “mágia” para enganar e derrotar os bandidos.

Credito: blog Guia EBAL.

Você não pode perder esta grande aventura, então clique na hiperligação e bom divertimento.


UMA HISTÓRIA... UM ARTISTA POR DIA X

VINGANÇA DE MÃE

EDMUNDO RODRIGUES
Edmundo Rodrigues começou muito cedo sua carreira desenhando para a revista “O Tico Tico” em 1954. Depois trabalhou para a revista “Vida Juvenil” Foi contratado pela editora RGE (Rio Gráfica e Editora), e fazia ilustração de pequenas histórias para contra capa de revistas e curiosidades. Em 1957 a RGE o encarregou de adaptar para os quadrinhos a série radiofônica criada por Moises Weltman: “Jerônimo, o herói do sertão”. Rodrigues se enpenhou com muita garra e por cinco anos desenhou mensalmente a revista, e em dezembro de cada ano ainda era publicado um almanaque com cem páginas. Esta série chegou a vender tanto quanto os carros chefes da editora: Fantasma e Mandrake.
Rodrigues sempre teve uma enorme atividade nos quadrinhos brasileiros, ilustrou para diversas editoras, histórias de terror, guerra, selva. Também adaptou para os quadrinhos romances de Júlio Verne (Viagem ao centro da Terra, Viagem a Lua, e 20.000 mil léguas submarinas); além dos clássicos nacionais: “O guarani” e “Memórias de um sargento de milícias”.
Na editora Vecchi colaborou nas revistas “Spektro”, “sobrenatural” e “Histórias do Além”. Na revista “Erosex”, colaborou usando o pseudônimo de Edu Brilhante.
Trabalhou ainda para a “editora Bloch” e “editora D’Art” na revista “Calafrio”.
Clique na hiperligação, para apreciar o trabalho deste grande artista brasileiro.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

BRAKAN, O BÁRBARO VINGADOR # 1


Brakan, o bárbaro vingador foi uma criação de Júlio Emilio Braz e Mozart Couto em 1986 para a editora Press Editorial, a idéia inicial era ser publicado pela editora Abril na revista “A Espada Selvagem de Conan” em 2001... acabou sendo publicada pela editora Ópera Gráphica em 2002, e sobre pressão da editora Mythus que na época detinha os direitos do personagem Conan, foi recolhida sob acusação de plágio do personagem Conan.
Enquanto isso Brakan foi editada na Europa, e foi considerado nos Estados Unidos como a melhor homenagem ao cimério.
Brakan foi republicada pelos americanos e ninguém processou os autores brasileiros por plágio... coisas dos editores brasileiros.
Quem é Brakan? Brakan é um guerreiro ankhoriano que luta contra os bruxos da Seita Negra, liderada por Drustas, um feiticeiro que transforma seus guerreiros em poderosas criaturas monstruosas.

Resenha do Catalogador Lancelott. 

Clique na hiperligação para conhecer esta obra destes dois talentos dos quadrinhos brasileiros: Júlio Emilio Braz e Mozart Couto.


UMA HISTÓRIA... UM ARTISTA POR DIA - IX

BIDU
MAURICIO DE SOUSA
Mauricio de Sousa que muitos chamam de: “o Walt Disney brasileiro”, começou a rabiscar lá pelos 4 ou 5 anos, admirando os grandes clássicos dos quadrinhos: Mandrake, Brick Bradford personagens do antigo “O Globo Juvenil” depois passou a ler “O Gibi” e o personagem que mais o impressionou em termos de narrativa foi: “The Spirit” de Will Eisner.
O primeiro personagem criado por ele com condições de ser publicado foi o cachorrinho “Bidu” em 1959.
Depois de certo tempo de seus personagens serem publicado na Folha de São Paulo: Bidu, Cebolinha, PitecoMauricio percebeu que não tinha nenhum personagem feminino. E foi em 1961, num pequeno estúdio em casa na cidade de Mogi das Cruzes, rodeado das filhas Mariângela, Mônica e Magali, ele resolveu fazer uma caricatura da pequena Mônica; nasceu aí a personagem que viria ser a mais importante de suas criações.
Hoje os seus personagens estão por aí falando japonês, alemão, espanhol e inglês... e com certeza o sucesso de seus personagens, mesmo os bichos é exatamente devido ao seu lado humano.
A partir de 1970, os personagens do Mauricio começaram a ser publicados em revistas em quadrinhos, primeiro pela editora Abril, depois editora Globo  e atualmente pela editora Panini. Mesmo assim as tiras continuam a ser publicadas nos jornais e páginas dominicais distribuídas e organizadas num estilo Syndicate norte-americano.
Tem também o seguimento de licenciamento de personagens para muitos produtos e tem também os direitos para o estrangeiro dos desenhos animados, Com certeza Mauricio ganhou muito mais dinheiro do que o artista que ele admirava nos comics, Will Eisner, de forma merecida, pois é fruto de sua veia empresarial e muito esforço.
Depois de 50 anos de trabalho nos quadrinhos Mauricio segue com sucesso criando séries como: Ronaldinho Gaúcho, Neimar Jr. e Turma da Mônica Jovem.
Clique na hiperligação para conhecer uma das primeiras aventuras do cãozinho Bidu.

http://www.4shared.com/file/kp5dYammba/BIDU_-_O_Cachorro_falante.html



Mauricio recebe o prêmio HQMIX, o tema do troféu daquele ano foi o seu personagem: Astronauta.









domingo, 12 de janeiro de 2014

UMA HISTÓRIA... UM ARTISTA POR DIA - VIII

PEHUÉN
RODOLFO ZALLA

"Quando em 1963 uma grande crise atingiu a indústria editorial da Argentina Rodolfo Zalla resolveu tentar a vida no Brasil. Zalla chegou em Dezembro de 1963,
Foi aí que Rodolfo Zalla procurou um amigo desenhista argentino chamado José Del Bó que o apresentou na Editora Outubro. Zalla foi morar na cidade de Santos, (litoral de São Paulo) junto com Del Bó. José Del Bó ainda colaborava com a Editorial Yago  da Argentina, que havia encomendado o personagem O Vingador, e como estava sobrecarregado de trabalho, começaram a produzir juntos as histórias, e a primeira colaboração de Zalla foi na aventura: “A FERROVIA".
Del Bó, tinha chegado ao Brasil, havia desenvolvido um outro personagem chamado Colorado que foi imediatamente aprovado, mas o objetivo de Del Bó era trabalhar nos Estados Unidos, e quando isso aconteceu, ele acabou deixando seus trabalhos para Rodolfo Zalla que os desempenhou com muita talento, capacidade e competência".
Agora é só clicar na hiperligação, e conhecer este belo trabalho, onde pode se perceber o trabalho primoroso de roteiro, estudo de trajes, personagens; deste que é um dos últimos grandes mestres vivos a atuar nos quadrinhos brasileiros.

Ah! e não se esqueça de deixar seu comentário!



sábado, 11 de janeiro de 2014

CAPITÃO 7 # 07


Ele está de volta ao nosso blog, o Paladino Campeão da Justiça: O CAPITÃO 7.
O Capitão 7 foi uma criação do ator Ayres Campos que faleceu em 2003.
Segundo sua origem o Capitão 7, era a identidade de um químico chamado Carlos que namorava a filha de um delegado da Interpol chamada Silvana. Quando garoto Carlos foi levado para o Sétimo Planeta, onde desenvolveu super poderes: como super força, poder de voo e uma inteligencia excepcional. Guardava seu uniforme comprimido numa pequena caixinha, esta foi a versão de Jayme Cortez, antes o Capitão 7 era uma espécie de Flash Gordon... uma versão brasileira do Superman.

Foi para os quadrinhos em 1959, com uma recriação de Jayme Cortez, a Editora Outubro lançou o primeiro  número com desenhos de Julio Shimamoto, e depois outros ilustradores como Getúlio Delphin e Juarez Odilon também ilustraram o personagem. sua revista durou até 1964.
Para curtir este scan, e só clicar na hiperligação. Boa Leitura

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

UMA HISTÓRIA... UM ARTISTA POR DIA - VII

GUERREIROS DO DESESPERO
MOZART COUTO
Mozart Cunha Couto, mineiro de Juiz de Fora, tornou-se um dos melhores desenhistas de quadrinhos dos últimos trinta anos, sempre apresentando desenhos bonitos, limpos, quase clássicos com uma categoria que o tempo e a atividade quase permanente nos quadrinhos aperfeiçoariam de forma marcante. Na editora Gráfipar fez dezenas de histórias – sem nunca, entretanto, deixar de lado as exigências pessoais de capricho e qualidade. Sintetizou sua linha criativa para o sexo junto com a ficção cientifica, terror, western e aventuras selvagens, principalmente por exigências comerciais.
Colaborou com a editora D’Art criando histórias de horror gótico da melhor qualidade. Criou também séries onde heroísmo e magia em reinos fantásticos se realizam muitas vezes bem melhor que o modelo tradicional (Conan).
Em 1986 com seu trabalho reconhecido no exterior, fez especialmente para a Bélgica: “O Viajante”, que só foi publicado no Brasil em 1989. Trabalhou para a editora Abril; na revista Aventura e Ficção, igualando seus trabalhos  aos dos mestres: José Ortiz, Manfred Sommer, Adolfo Usero e outros.
O talento de Mozart Couto consegue introduzi-lo no seleto mercado europeu publicando álbuns e tiras na França, Bélgica e outros países. Isso ajudou a leva-lo às editoras norte-americanas (DC Comics, Dark Horse e Marvel), mas, sempre com os olhos voltados para o seu país.
Então para apreciar esta bela amostra que conta com o roteiro de Júlio Emílio Braz, é só clicar na hiperligação. Boa Leitura!